Do recomeçar e de fazer seu coração bater como nunca antes bateu

Creio que a grande graça da vida é que você sempre pode recomeçar. Você aprende com as suas experiências e leva o aprendizado consigo, mas esquece todo o resto. As dores do passado não doem mais, você apenas lembra das dores, mas esquece de quanto elas realmente doeram. É uma espécie de ‘dor fantasma’ – nunca se prenda a ela.

Você abdica de sentir a dor, se regenera e está pronto pra outra (e dessa vez as coisas são melhores – as coisas sempre ficam melhores, por mais que não nos demos conta disso). Mas, para se dar direito a um recomeço e a uma regeneração, você realmente precisa botar um ponto final. Não digo para ir atrás do seu passado e encará-lo, você não vive mais nele e isso só serviria para que se abrissem as feridas que estão começando a cicatrizar. E de fato, quando você bota o ponto final, seu primeiro sentido é de atordoar-se. E você pensa “Que diabos estou fazendo?” e então para. Você não precisa disso, nunca precisou. As coisas não precisam ser artificiais, elas podem ser puras. Mas isso depende de você. Você é quem dá as cartas, sempre deu; só precisa parar de roubar no jogo.

Recomeçar é indiscutível. Ás vezes os demônios que você pensa ter mandado para longe estão apenas adormecidos, bem dentro de você, apenas esperando pela hora certa de dar o bote. E você vai á nocaute antes que consiga contar até três, antes que consiga respirar. Você se olha no espelho e vê quem está de volta: Seu pior inimigo, você mesmo. Se sente meio sombrio e meio covarde, mas você não se sente em perigo, de jeito nenhum. Você já passou por isso antes, a constante batalha contra o ego já se tornou rotineira. Basta saber o que você de melhor sabe e sentir seu coração bater  como nunca o fez antes.

Quando seu coração bate como nunca bateu antes, você já sabe: é hora de recomeçar. Pense sobre o passado sem remoê-lo, aceite-o para se desprender dele! Você está pronto. Você sempre esteve pronto, pois é de sua natureza recomeçar – mas também é de sua natureza a ilusão natural do pensamento, que fica te jogando de volta ao passado. A diferença é o que você faz com tudo que está dentro de você. Pode permitir a completa bagunça e o caos – ou você pode simplesmente se permitir.

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