Essas perguntas simples mudarão completamente o seu jeito de encarar a vida

Oi, hoje eu tenho um convite para lhe fazer. Você sabe como estamos falando o tempo todo sobre a mudança, sem que realmente consigamos mudar alguma coisa? É como se estivéssemos travados no nosso caminho, como se não pudéssemos enxergar um pouco mais adiante de nossos próprios umbigos. É como se fossemos reféns de nós mesmos. Bem… Como tudo, isso também pode mudar.

Espero que você aceite o meu convite!

Eu quero lhe convidar a responder algumas perguntas simples. Nada demais. Você pode respondê-las mentalmente ou, se preferir, pode colocá-las em um pedaço de papel e carregar consigo na sua carteira.

Vamos às perguntas.

Se eu morresse hoje, eu morreria feliz e satisfeito com o que eu fiz com a minha vida?

As pessoas que eu amo se lembrariam de mim com carinho e ternura?

Eu ainda odiaria as pessoas que odeio se elas deixassem de existir amanhã? Eu ainda me importaria com qualquer desavença que possa ter havido com qualquer pessoa que deixa de existir?

Eu estou na vida por algo importante? Algo que ficaria do meu lado caso eu perdesse todo o resto?

Eu perdoei mais do que eu fui perdoado? Contribui mais do que reclamei? Passei mais tempo na luz do que nas trevas?

Eu estive feliz quando eu estava sozinho, longe de todos?

Valeria a pena fazer tudo de novo? Eu impactei positivamente no planeta e na vida dos outros? Fui um bom exemplo?

Quais foram meus valores?

Quem estava no controle de minha vida? Era eu?

Fui forte o bastante para demonstrar minhas fraquezas?

Eu amei mais do que fui amado ou dei mais para os outros do que recebi?

Meu amor é altruísta? Ou é egoísta? Eu amei o suficiente?

Quais são as minhas prioridades? O que eu estou deixando passar? Por quê? 

Será que alguém sorri apenas por se lembrar de mim?

Do que eu sou feito? Sou apenas um apanhado de células, ossos e membros? Apenas um saco de água gigante que caminha pela Terra?

Eu tentei me tornar, ao longo de toda a vida, uma pessoa melhor? Ou em algum momento eu desisti, enquanto criava desculpas mirabolantes para ser quem eu fui?

Quando eu fiz promessas, eu as cumpri? Pude cumprir minhas promessas de amor? Eu realmente descobri o que é o amor?

Os abraços foram verdadeiros? Os beijos, os toques de mão? As palavras foram? Eu plantei uma árvore ou fiz algo genuinamente bom sem pedir por nada em troca?

O que eu estou deixando para trás, além de mim?

 

Todas essas perguntas simples talvez sejam mais difíceis de responder do que pensávamos, quando realmente refletimos sobre elas. Mas não, eu não quero que você se deprima se algumas de suas respostas não foram adequadas! Eu quero que você entenda que a vida é uma corrida curta, muito curta. Ela passa em um piscar de olhos! Você está correndo do jeito certo?

O que eu sei é que responder essas perguntas pode mudar o jeito que você enxerga tudo o que há ao seu redor e dentro de você. Que tal voltar aqui daqui a um ano? Ou talvez cinco? Que tal voltar aqui e responder essas perguntas novamente? Essas perguntas são essenciais, como um grande ‘resumão’ de sua vida. Elas são uma meditação que te provoca a refletir sobre tudo o que você já viveu e sobre o que você viverá daqui em diante.

Não esqueça: somos seres em constante processo de transformação. Devemos nos transformar e nos moldar para que possamos viver de um modo pelo qual possamos nos orgulhar. Quando chegarmos ao fim de nossas vidas, assim, elas terão valido a pena.

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